pontos de interesse

Na parte final de cada artigo encontrará os temas a que o mesmo diz respeito bem como o lugar da freguesia correspondente. Clicando numa dessas ligações, abrirá uma página com os últimos artigos desse tema.
Nesta página estão, por ordem alfabética, algumas ligações/itens do património e pontos de interesse existentes na Freguesia de Ruivães. Foi adicionada uma pequena descrição a cada etiqueta para quem não estiver familiarizado com os temas. Em alguns casos incluímos a ligação a um artigo específico, por se entender como relevante.


alminhas ou nichos …

Aqueduto que permite a passagem da água da levada de Ruivães por cima da Estrada Nacional 103. Foi construído aquando da abertura da estrada, nos finais do século XIX. Ao seu redor foram sendo construídas habitações (desde a década de 80 do século passado), dando origem hoje a um lugar com o mesmo nome.
Uma das contrapartidas da antiga HICA – Hidreléctrica do Cávado (actual EDP) aquando da construção da Barragem de Salamonde no ano 1953. Fazia o atravessamento entre Frades e Cabril até 2005, ano em que foi inaugurada a Ponte dos Lagos (uma contrapartida pela obra Venda Nova II)
A Barragem de Salamonde entrou em funcionamento em 1953 e faz parte da bacia hidrográfica do Cávado.
Existem dois na freguesia de Ruivães: um na Botica e outro em Espindo.
Nesta rubrica tentamos mostrar a ruralidade das entradas de casas, quintas ou simples terrenos. Inevitavelmente, por vezes mostramos também a decadência/abandono de algumas dessas propriedades.
s. pedro em Zebral.
s. pedro (nova) em Zebral.
srª da conceicao em Ruivães.
srª da saude em Vale.
srª do amparo em Frades.
srª dos remedios na Botica (Honras).
stª isabel em Espindo.
As casas da floresta foram construídas pelos Serviços Florestais do Estado Português possivelmente na década de 20 do século passado. Actualmente são geridas pelo ICNF – Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade. As casas da floresta existentes na freguesia são as seguintes: Devesa, Gândara e, Serradela.
Estruturas construídas no espaço público para abrigar as bandas de música nas festas e romarias. Existem três na freguesia: Botica, Espindo e Zebral.
Os cruzeiros são locais de culto
As eiras são espaços duros e planos onde se malhavam e peneiravam os cereais. As que temos catalogadas são maioritariamente de pedra mas também se malhava o milho em chão de terra. Algumas dessas de pedra estão revestidas actualmente de cimento. Muitas vezes estão situadas junto aos canastros, por economia de espaço e para que se arrumassem os cereais logo depois de malhados e secados.
As epígrafes são inscrições feitas nas padieiras das portas, maioritariamente com a data de construção (ou reconstrução) das casas. Muitas contêm a data apenas, mas outras há que são ornamentadas com figuras e motivos, principalmente religiosos. Na Botica existe uma epígrafe considerada indecifrável até pelo Núcleo de Arqueologia da Universidade do Minho.
Todas as escolas da freguesia estão encerradas para esse fim. Actualmente estão cedidas a associações da freguesia que as utilizam para cumprir o seu fim estatutário.
Construções de pedra e/ou madeira que têm como função, secar o milho grosso através das suas frinchas laterais e, ao mesmo tempo, impedir a destruição do milho pelos roedores, com a elevação do canastro. (ver este artigo)
São armadilhas de caça construídas na serra para matar os lobos que se acercavam das aldeias colocando em risco populações e animais. Existem quatro na Serra da Cabreira, três na cumeada formada por Cortegacinhas, Alto do Seixo, Pau da Bela e Trovão, entre as freguesias de Ruivães, Anjos, Vilarchão e Rossas; e um outro na Serradela que dá pelo nome de Fojo da Alagoa.
Até ao abastecimento de água domiciliário (que terá ficado concluído na década de 80 do século passado) era nestes fontanários construídos de pedra (e menos usual, em cimento) que as populações se abasteciam de água para levar para suas casas. Faziam-no com recurso a cântaros de água ou a um regador como este. Muitos destes fontanários têm a data de construção inscrita sendo comum a data de 1966 ou 1967, altura em que houve apoios do governo central para a construção de alguns.

A estrada Nacional 103 - ou estrada Braga-Chaves como lhe chamamos – foi construída nos finais do Século XIX. Existem ao longo dela várias fontes semelhantes a estas para dar de beber aos cavalos, os veículos de locomoção desses tempos. Mais sobre esta fonte, aqui. E sobre as deslocações a Braga, aqui.
A Igreja de Ruivães dedicada a São Martinho, do século XVIII, terá substituído a primitiva igreja de S. Martinho de Vilar de Vacas existente no local onde se encontram as ruínas de S. Cristóvão.
Apenas um largar de azeite catalogado na freguesia de Ruivães. Fica situado no “Traves”, junto à Ponte de Ruivães.
Gravuras rupestres existentes em Zebral, consideradas sítio de interesse público. Para ver as direcções para o local, aqui.
Construções de pedra que servem para transformar o milho em farinha, por acção das mós movimentadas pela água. Para ver pormenorizadamente a visita a um moinho, recomendamos este artigo da visita a um em Zebral a 2 de Março de 2013. Existem mais de 60 (sessenta) moinhos referenciados, maioritariamente localizados no rio, mas também os há na levada, como é o caso da Botica. 
Aerogeradores colocados no topo da Serra da Cabreira que visam a obtenção de energia através do vento. Na freguesia de Ruivães existem dois parques distintos, um no Talefe e outro no Cabeço da Vaca.
Foi o símbolo da municipalidade do concelho de Ruivães. Nele eram punidos e expostos os criminosos.
Ponte que atravessa o Rio Rabagão, nas imediações do lugar de Frades. É talvez o sítio de maior destaque na freguesia de Ruivães, pelo misticismo que as lendas associadas à sua construção bem como aos efeitos na gestação das Senhorinhas e Gervásios, bem como, para os não crentes, pela sua localização e construção fora do comum.
São inúmeras as referências a este local da nossa freguesia, muitas vezes erradamente citada como ficando exclusivamente no concelho de Montalegre (e não na divisão com Vieira do Minho como de facto acontece) ou como pertencendo ao Parque Nacional da Peneda-Gerês.
Foi palco de batalha nas Invasões Francesas (ponto de retirada da 2ª Invasao) e actualmente tem sido palco de teatros e outros carnavais.
Ponte que existia na Via Romana XVII da qual só restam vestígios junto à Estrada Nacional 103 no local com o mesmo nome, que actualmente transpõe o ribeiro com um simples aqueduto. Ver também as Gravuras da Mua ali ao lado.
Ponte construída em 1881 aquando da passagem da antiga Estrada Real 14 (actual Estrada Nacional 103.
Ponte construída em 1880 aquando da passagem da antiga Estrada Real 14 (actual Estrada Nacional 103.
Ponte que permite a passagem da Via Romana XVII sobre o Rio Saltadouro. Foi a ponte principal de Ruivães até finais do século XIX quando foi construída a Ponte de Ruivães (grande). Juntamente com a Via Romana XVII foi classificada como Conjunto de Interesse Público em Outubro de 2020.
Na estrada para Zebral junto à levada que vai para a Botica, Ruivães e Vale, e substitui outra mais antiga, uma centena de metros a jusante.
Ponte construída pelos Serviços Florestais (década de 50 do século XX) aquando da abertura do Estradão Florestal da Serradela e do Tôco até Zebral (e depois até Salto). Ver este artigo com uma panorâmica diferente desta ponte e do estradão.
Ponte existente em Espindo sobre a Ribeira de Chedas, num dos locais mais pitorescos da freguesia. Para ver o mapa desta(s) ponte(s), aqui
Ponte existente em Espindo sobre o Ribeiro do Tôco e que já foi assim.
Ponte construída pela H.I.C.A. – Hidroelectrica do Cávado para substituir uma outra que ficou submersa aquando da Barragem de Salamonde.
Ponte construída pela E.D.P. como contrapartida pelas obras da Venda Nova II. Foi inaugurada no ano 2005.
Pequenas pontes que atravessam ribeiros.
Existem alguns na freguesia com nome próprio, no entanto, não os temos individualizados (ainda).
Nasce entre as serras do Barroso e do Larouco, e, desagua no Rio Cávado junto entre o lugar de Frades e Sidrós (Vila Nova), freguesia de Ferral do concelho de Montalegre. Na freguesia de Ruivães passa pelo fundo dos lugares de Paradinha, Soutelos e Santa Leocádia. É muito conhecido pela ponte que o atravessa a cerca de 1 km da foz, a Ponte da Misarela.
        Nasce na Serra da Cabreira perto de Salto, passa por Campos e entra na freguesia de Ruivães em Zebral, um pouco acima da ponte. Atravessa depois a freguesia e desagua no Rio Cávado – Barragem de Salamonde, num local a que chamamos “Saltadouro”. Ao longo da sua extensão tem três designações diferentes: Rio da Laje, Rio da Peneda e, Rio Saltadouro.
        Os locais que destacamos e que temos catalogados são (a ordem é montante para jusante):
traves - o poço das "Traves", assim nomeado por ali ter existido uma ponte feita de traves de madeira, fica logo a montante da Ponte de Ruivães, visível da EN 103.  
Local implantado na elevação entre Ruivães e a Botica, S. Cristóvão é um povoado aberto ao que tudo indica com ocupação desde os Romanos. Devido às sepulturas que tem escavadas na rocha granítica é usualmente chamado de “Cemitério de S. Cristóvão”. Para ver as referências que a Universidade do Minho fez sobre o local, aqui ou aqui e ainda aqui e aqui. Para ver a referencia numa revista de arqueologia de 1906, carregar aqui.
É a foz do rio Saltadouro, a zona onde ele desagua na barragem. Ver este artigo sobre as quedas de água na parte final do rio.
É na Serra da Cabreira que está implantada a freguesia de Ruivães, sendo que grande parte dos baldios da serra pertencem aos lugares de Espindo, Vila, Vale e Quintã, e Zebral. Os lugares das Honras tinham direitos de pastagem no Rebolar.
Dentro dos limites da freguesia na Serra da Cabreira destacamos:
Local onde existiam casas dos Serviços Florestais aquando da grande florestação da serra nas primeiras décadas do século XX. Actualmente essas casas foram reabilitadas pela A.C.E.R.G. – Associação de Equinos de Raça Garrana que tem ali a sua sede.
Ponto mais alto da serra (a 1262 metros) onde se situa um posto de vigia para os incêndios.
A freguesia de Ruivães fica defronte da Serra do Gerês sendo que o acesso ficou mais rápido depois da construção da Ponte dos Lagos em Frades. Existem direitos de pastagem na Serra do Gerês dos lugares de Frades, Vale e Vila.
     Via Romana XVII que ligava Bracara Augusta a Aqua Flavie (Braga a Chaves).


Todas as etiquetas (por ordem alfabética):


4 Agosto 2016
12 Setembro 2016 - alteração do texto inicial de contextualização;
16 Fevereiro 2017 - alteração do texto inicial de contextualização e texto sobre o "Traves";
16 Maio 2017 - alteração do texto inicial e inclusão das 739 etiquetas;
22 Março 2019 - alteração do texto sobre S. Cristóvão com a inclusão das referências da UM;
6 Março 2023 - alteraçáo do texto sobre a Ponte Velha, com referência à classificação
4 Janeiro 2025 - actualização das etiquetas finais.

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