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«RUIVÃES e o poeta Gonçalves Crespo»

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«Passando há dias, em Ruivães, a velha terra serrana do concelho de Vieira do Minho, que já teve honras de vila e até de concelho e onde, em 1837, se feriu a última batalha entre setembristas e cartistas, no termo das lutas constitucionais, lembramo-nos de que, numa das aldeias ali perto, nascera o pai do grande poeta Gonçalves Crespo, hoje quase inteiramente esquecido. Embora visse a luz do dia no Rio de Janeiro, a verdade é que Gonçalves Crespo está preso ao distrito e até à cidade de Braga, por muitos e variados laços de sangue, de afecto e de ideologia. Tanto o avô como o pai eram descendentes de humildes famílias de lavradores do lugar de Zebral, da freguesia de Ruivães; um dos seus maiores amigos e mais directos companheiros de estudo em Coimbra e das boémias e lides literárias, ainda que um pouco mais velho do que, foi precisamente o poeta JoãoPenha, natural de Braga; colaborou nas folhas bracarenses; e aqui veio também a falecer, aí …

No rio (2010)

do Castelo

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de S. Cristóvão

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Tojo

S. Cristóvão

S. Cristóvão

S. Cristóvão

S. Cristóvão

S. Cristóvão

S. Cristóvão

S. Cristóvão

S. Cristóvão

S. Cristóvão

S. Cristóvão

S. Cristóvão

S. Cristóvão

S. Cristóvão

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Lua

S. Cristóvão

S. Cristóvão

S. Cristóvão

S. Cristóvão

S. Cristóvão

S. Cristóvão

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