quinta-feira, 23 de março de 2017

Curva da Roca

«Assembleia Popular em Ruivães»



«Decorreu no passado domingo uma assembleia popular na Secção de Ruivães dos Bombeiros Voluntários de Vieira do Minho, para debater Situação do funcionamento da seção de Ruivães/posto de socorros avançado e o Estado de degradação do edifício.
Estiveram presentes o Presidente da Autarquia de Vieira do Minho ,Presidente da Assembleia municipal,Presidente da Junta de Ruivães/Campos, Comandante dos Bombeiros Voluntários e elementos da direcção da associação humanitária dos bombeiros voluntários.
Durante cerca de 3 horas a população ouvio atentamente as principais razões do fecho da secção de Ruivães dos bombeiros voluntários e questionou os presentes sobre essas opções.
Desta assembleia popular saiu uma resolução que visa a criação de uma comissão entre as partes interessadas de forma a resolver este assunto.
A vieiradominhotv, único órgão de comunicação social presente esteve a conversa com os principais interlocutores»

Reportagem da Vieira do Minho TV que pode ser vista aqui: www.vieiradominho.tv/assembleia-popular-ruivaes/




Para Espindo




Manhã



quarta-feira, 22 de março de 2017

Vista aérea IV



Fotografia gentilmente cedida pelo Tiago Sousa da PloAr.

Cruzeiro da Botica

“Fogo controlado” na Serra da Cabreira



(carregar na imagem para maior visualização)




A Câmara Municipal de Vieira do Minho promoveu em 10 de Março uma ação de esclarecimento de “fogo controlado” no salão Nobre seguida de demonstração prática no Cabeço da Vaca, em Espindo - Ruivães. 
António Cardoso, presidente da Câmara Municipal, o Comandante Operacional Distrital de Braga, Hermenegildo Abreu, o representante do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, Jorge Dias e Nelson Rodrigues, da Associação para o Ordenamento da Cabreira (APOSC), especialista no fogo controlado e análise de incêndios, esclareceram presidentes de Junta de Freguesia, Conselhos Directivos de Baldios, caçadores, pastores e população local no sentido de prevenir possíveis riscos de incêndios florestais.
As estatísticas apontam o concelho de Vieira, Terras de Bouro, Fafe e Vila Verde como os mais fustigados e com área mais ardida e as ignições ocorrem mais vezes aos sábados, domingos e segundas-feiras, em Julho, Agosto e Setembro (fase Charlie). 
“O “fogo controlado” é uma técnica de gestão de combustíveis que implica recursos baixos, muito menos do que roçar. No ano passado, a pedido de Juntas de Freguesia, de Baldios e de Zonas de Caça, já criamos mosaicos em 350 hectares. Repare para ali a zona do Turio está protegida”, disse o técnico da APOSC. 
Rui Pedro, 2º Comandante dos Bombeiros Voluntários de Vieira do Minho orientou as várias equipas neste fogo controlado que teve 15 formandos do curso realizado, alguns do Município de Montalegre que querem ligar este plano de protecção encetado por Vieira do Minho. Numa área de 30 ha participaram também 1 equipa do GIPS da GNR; 1 equipa de sapadores florestais; 1 equipa dos Bombeiros VVM e 2 equipas da Força Especial de Bombeiros.
2017-03-14

"Escola Velha" | Junta de Freguesia (antiga)




Estrada



terça-feira, 21 de março de 2017

Parque de lazer

“Honra Presidencial a uma ruivanense”










No dia 1 de Fevereiro, S. Exª. o Sr. Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa, numa das suas acções de comunicação com o seu povo, deslocou-se pelo centro da capital, mais exactamente pela Rua Augusta. 
Assim, demonstrando mais uma vez a sua extraordinária cumplicidade com o povo, cumprimentou quem com ele se cruzava, nacionais ou estrangeiros, distribuindo abraços, beijinhos e sorrisos. 
Apreciou a degradação dos inúmeros prédios pombalinos, devolutos, que dão um triste cenário à mais movimentada rua da capital, os quais se estão a transformar num grande agregado de hotéis aguardando apenas a morte de alguns residentes na sua maioria idosos. 
A esse propósito, possivelmente, foi informado da persistência de alguns (poucos) moradores dessa rua, fazendo desde logo questão de visitar quatro deles em suas casas.
Eis senão, que entre eles surge uma simpática senhora que lhe abriu a porta de sua casa, travando de imediato com ele uma agradável conversa. 
Essa senhora, mora ali desde a década de sessenta, e eu o confirmo porque me lembra bem quando aos doze anos fui para a capital e ali a fui encontrar. 
Falou com o Sr. Presidente com tal desenvoltura, apesar dos seus 84 anos, e dele recebeu um terno beijinho como se pode observar no recorte do Correio da Manhã de 02.02.2017, aqui anexo. 
A simpática senhora, é a nossa conterrânea Clara do “Bicho”, natural de Vale, Ruivães. 
Para além da noticia no Correio da Manhã, também pelo menos na TVI passou o diálogo entre eles. 
São assim os nossos idosos, a encher-nos de orgulho mais ainda quando como neste caso são também nossos conterrâneos.
Manuel Joaquim F. Barros
2017-02-27




Junta de Freguesia




de trás de Vale




o Rio Cávado (barragem) e a serra do Gerês do lado de lá.

segunda-feira, 20 de março de 2017

Ruivães II

«Edil Vieirense acompanhou Serviço de Proximidade na deslocação à freguesia de Ruivães»




O presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho, António Cardoso, acompanhou hoje o Serviço de proximidade “ A Câmara Perto de si”, na sua deslocação ao lugar de Zebral, na freguesia de Ruivães.
Refira-se que serviço entrou em funcionamento em setembro de 2016 e presta semanalmente cerca de 250 atendimentos aos munícipes do concelho. “A Câmara Perto de Si” é um serviço de carácter itinerante, através do qual são prestados um conjunto de serviços de utilidade pública junto da população de Vieira do Minho, sendo beneficiários a população residente nas freguesias do concelho.
Trata-se pois, de um serviço itinerante que é prestado em todas as freguesias do concelho, nomeadamente: na Unidade Móvel de Atendimento, nos Centros de Convívio e Lazer, nas Sedes das Juntas de Freguesia, antigas escolas primárias, associações e outros locais que reúnam as condições para o efeito e é prestado por técnicas da Câmara Municipal.
O serviço de proximidade “ a Câmara Perto de Si” é prestado uma vez por semana em cada localidade, sempre no mesmo dia e mesma hora de atendimento.
O serviço de proximidade surgiu com o intuito de diminuir o isolamento da população de Vieira do Minho e para tal, o Município apetrechou uma viatura com computador, fotocopiadora, impressora e telemóvel, um terminal para pagamentos (ATM) onde os técnicos da Câmara Municipal prestam o serviço, ou seja, é uma espécie de gabinete ambulante, destinado a apoiar a população nos seus locais de residência, na resolução de problemas relacionados com os serviços da administração pública e instituições locais, na sinalização de situações de risco que se encontrem a descoberto, bem como prestar algum apoio ao nível da saúde, através de um serviço de triagem, como medição de controle da tensão arterial, controle da diabetes, entre outros.
Para além dos serviços de atendimento, informação e apoio de proximidade às populações do concelho, este serviço assume-se também como um veículo importante no combate ao isolamento dos idosos.
Na deslocação desta tarde, cerca de 30 habitantes do Lugar de Zebral, procuram os serviços prestados pela “Câmara perto de si” e, no contacto com a população o presidente do Município referiu que a “criação do serviço de proximidade e de outros serviços de apoio às famílias significa melhorar a acessibilidade e a qualidade de vida de todos os nossos munícipes. A ideia de criação destes serviços baseia-se na lógica de proximidade territorial e relacional e constituiu uma mais valia no apoio aos mais desfavorecidos e num ajuste permanente aos problemas que vão surgindo”.
António Cardoso afirmou, ainda que “a identificação das necessidades e respostas através de um diagnóstico a nível local permite, com o envolvimento e a participação de quem conhece o respetivo território e as suas carências, desenvolver modalidades inovadoras de intervenção que assegurem soluções ajustadas à medida dos problemas que vão surgindo"


Retirado daqui: www.cm-vminho.pt/index.php?oid=15755&op=all

Contra o encerramento da Secção de Bombeiros Voluntários de Ruivães, Vieira do Minho, Braga, Portugal

Para: Ruivanenses residentes e pela diáspora



As Aldeias do interior de Portugal estão cada vez mais isoladas. Para se deslocarem ao Hospital mais próximo precisam de ir de Táxi gastando assim aquilo que lhes faz falta para alimentação e contas da água e da luz. 
A Secção dos Bombeiros de Ruivães está sediada em Ruivães com orientações a partir de Vieira do Minho. Tem esta Secção servido os interesses das populações mais afastadas e isoladas com ou sem recursos. 
Já não há médico diário. o Posto Médico só abre três dias na semana. Não há postos de segurança como GNR ou outros; não há nenhuma Instituição que garanta às populaçoes a sua segurança e o mínimo de acesso ao Concelho e ao Distrito - só recorrendo a carros particulares que estão durante o dia fora para onde os mais novos se deslocam a trabalhar ou táxi. 

As gentes assim isoladas têm nos Bombeiros a sua maior segurança. São chamados para tudo. 
E estes, sem meios e recursos não conseguem acudir às necessidades dos moradores. 

Assim, para que esta Aldeia que até tem foral de Vila não fique isolada do Concelho - pede-se ao Parlamento ou a quem de direito que ajude a combater o isolamento dos eleitores e contribuintes que são pessoas de bem e têm em dia as suas contas 

- para que a Secção de Bombeiros Voluntários de Ruivães seja mantida e reorganizada nas suas estruturas: instalações, meios e quadros - a funcionar a partir de Ruivães e não a partir do Concelho de Vieira do Minho - onde está a Corporação a que pertence (erradamente e desde o início) esta Secção! 

Enquanto os doentes vão a Vieira para serem reencaminhados para Braga - morrem no caminho. 

Pede-se não só, que não encerre a Secção, como também, que os Bombeiros possam socorrer directamente para o Hospital Distrital de Braga, sem terem de ir "gastar tempo" à Delegação de Saúde de Vieira do Minho. 


Vivam os Bombeiros Voluntários de Ruivães! 


Saltadouro




Pormenores na Vila




Por entre as árvores, a torre da Igreja e alguns telhados das casas mais lá em baixo; no fundo da fotografia, os blocos da construção da sede da junta de freguesia. 
Junho 2013

segunda-feira, 13 de março de 2017

«A poda da Casa do Brás em Espindo»














A poda é uma operação realizada anualmente, durante o período de descanso vegetativo das videiras.
Em Espindo, ano após ano, continua a realizar-se a poda, com o objectivo de dar a conhecer e de manter bem vivos os costumes e as tradições desta Aldeia.
Dada a grande exuberância que atingem as vinhas, há necessidade de se proceder ao correto dimensionamento da carga a deixar em cada planta. Essa avaliação é considerada individualmente, para que daí resulte o correto equilíbrio e o regular desenvolvimento da planta, mas também uma boa relação entre a quantidade e a qualidade das uvas da próxima vindima.
Por estas razões, a poda é uma operação exigente e por consequência um trabalho moroso, que consome muita mão-de-obra e experiência, e que implica o recurso às mãos experimentadas das gentes mais jovens e menos jovens da Aldeia, tal como vem acontecendo, por razões diferentes, desde há muitos anos.
A atestá-lo está a foto da poda do Padre Alberto em Ruivães, de há quase 40 anos, e também a foto da última podada da Casa do Brás em Espindo, que se realizou no passado dia 25 de fevereiro, que tem uma particularidade: há em ambas um podador em comum, que aqui queremos homenagear não só pela ajuda concedida, mas sobretudo pelos ensinamentos que nos seus 90 jovens anos de idade ainda nos consegue transmitir! Parabéns Amigo Amadeu Santos!
Também a todos os outros amigos, designadamente Manuel G. Pereira, Alvarino, Aníbal Pereira, Amadeu Pinto, Romeu Fernandes, João Pinto (Joca) e Manuel Pereira, sem esquecer a Balbina do Brás e a Palmira, que nos permitiram saborear os petiscos e pratos tradicionais desta Aldeia, os meus sinceros agradecimentos e um bem hajam!

Guilherme Gonçalves (Casa do Brás - Espindo)