quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Pelourinho de Ruivães







Designação: Pelourinho de Ruivães
Tipo de Sítio: Pelourinho
Período cultural: Idade Moderna
Estilo artístico: Arquitectura Vernácula
Classificação: Imóvel de Interesse Público

O pelourinho de Ruivães levanta-se sobre embasamento quadrangular com três degraus. É composto por base cúbica, fuste cilíndrico e capitel onde assenta um cubo coroado por cone truncado, tudo em granito. Numa das faces estão gravadas as armas de Portugal-Antigo. Nos quatro vértices do capitel cravaram-se quatro ganchos de ferro, com argolas. 



Património Arqueológico e Arquitectónico de Vieira do Minho, Luís Fontes e Ana Roriz - Município de Vieira do Minho - 2007




Serra da Cabreira




Serra da Cabreira




terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Trilhos de Espindo




(carregar na imagem para melhor visualização)



A fotografia indicada é o caminho que está referenciado com o número 3, essa curva que contorna o monte em direcção à Ponte do Meio, que depois segue ligeiramente a subir para o lugar de Espindo. Para fazer no sentido inverso, do lugar de Espindo para a ponte e depois para a serra, é mais difícil e deve ser necessário desmontar muitas vezes, pois a calçada depois da ponte é um bocado íngreme. 
O acesso ao local, no sentido proposto, faz-se pelos caminhos indicados nos números 1 e 2, preferencialmente pelo número 1. 

Este artigo foi escrito como resposta ao comentário publicado aqui: http://www.ruivaes.com/2014/05/calcada-em-espindo.html


Serra da Cabreira




Serra da Cabreira




quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Ponte da Misarela





Designação: Ponte da Misarela
Tipo de Sítio: Ponte
Período cultural: Baixa Idade Média - Idade Moderna
Estilo artístico: Arquitectura Vernácula
Classificação: Imóvel de interesse público

A Ponte da Misarela, célebre por ter sido palco de combates ao tempo das Invasões Francesas e também por aí se celebrarem os lendários baptismos das "Senhorinhas" e dos "Gervásios", é uma notável obra de engenharia. Elevando-se a mais de 15 metros sobre o leito do Rio Rabagão, possui um só arco que vence um vão com mais de 10 metros de largura, alicerçando-se solidamente nas escarpas graníticas das margens, com as guardas também em granito, sendo as que se situam a montante, mais próximas da margem esquerda, de construção recente. O aro do arco apresenta um cuidado aparelho de cantaria, possuindo dois patamares de encaixes para o cimbre. Os paramentos são em alvenaria granítica irregular, compensando-se a menor qualidade construtiva com o seu maior espessamento na ligação às margens. o tabuleiro eleva-se em cavalete assentando directamente no extradorso do arco, sendo pavimentado com lajes graníticas. As guardas são também em granito.


Património Arqueológico e Arquitectónico de Vieira do Minho, Luís Fontes e Ana Roriz - Município de Vieira do Minho - 2007




Janela para a serra




Janela para a serra