A mesma fotografia, duas perspectivas

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E com esta fotografia da Casa Florestal da Gândara, terminamos esta série de fotografias que vimos a apresentar à sexta-feira e que foram tiradas em Outubro do ano passado, perto do Talefe.

Ruivães nas Invasões Francesas



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Essa tropa de elite, que no planalto de Pratzen, inebriada pelo sol da glória, dobrou a força de dois impérios e conquistou com os seus sabres e as suas baionetas ensanguentadas a mais fulgurante e estimável vitória para as águias napoleónicas, veio aqui, ao Norte de Portugal, morder o amargo fruto da derrota, imposta não por grandes exércitos, mas pela tenacidade sem limites, pelo sacrifico sem reservas e pela coragem sem vacilações da humilde gente rural.


Napoleão resolveu apropriar-se de Portugal (…) Tal foi o começo dos maiores erros e das maiores infelicidades do seu reinado (…) origem das desgraças da nossa pátria infortunada, arrastada com o seu herói numa queda espantosa" Louis-Adolphe Thiers









Este livro de Carlos Azeredo trata na sua parte final da passagem da II Invasão Francesa por Ruivães, aquando da retirada pela Ponte do Saltadouro e pela Ponta da Misarela. O excerto desse relato feito pelo autor foi aqui (1, 2, 3, 4) colocado em Outubro de 2006, podendo o texto ser lido na integra, aqui.



Para quem estiver interessado em adquirir esta obra, ela aparece agora (2006) editada pela Livraria Civilização Editora sobre o nome “Aqui Não Passaram! – O Erro Fatal de Napoleão”.

Rancho Folclórico

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Fotografia: Jeremias Azevedo.





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Em cima, da esquerda para a direita: Arlinda (da manca!), desconhecida, Maria da Teresa, Celeste da Dores, Fernanda (da manca!), Fátima da Albertina, Balbina do Barqueiro, desconhecido

Em baixo:

desconhecida, Artur?, Rosa, Joaquina, filho da Teresa da Venda, Maria do António Jeremias.

Os trajos tinham sido alugados em Braga. O rancho ia participar numa festa das colheitas, em Ruivães.

Um abraço para todos. Arlinda Carvalho e Cármen



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Contributo retirado da caixa de comentários. Obrigado.

De ...

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Ponte da Misarela

Relatório de uma visita feita pelo Conselho de Cursos de Engenharia - Licenciatura em Engenharia Civil, da Universidade do Minho e que pode ser visto aqui.

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RUIVÃES - História e memória


Há cerca de um mês, neste Jornal, uma freguesia vizinha lembrava a necessidade de escrever história sobre as invasões francesas, a terceira das quais passou por esta região.
Ruivães também resistiu heroicamente a essa invasão, em Março de 1809. Para o ano completar-se-ão 200 anos dessa data. Será altura para Junta e Câmara marcar a efeméride com actos comemorativos, mas, sobretudo, com algo que fique para a história. Isso mesmo: uma publicação que analise historicamente esse acontecimento; um marco que o memorize, ou qualquer evento de ordem cultural que o perpetue. Já agora, porque não publicar, na ocasião, um livrinho sobre a freguesia, como já o fizeram freguesias do concelho, como Anissó, mais pequena do que nós? É que, além do mais, Ruivães tem uma história riquíssima, pois já foi sede de concelho e tem como ex-libris, alem do pelourinho, uma ponte da Misarela que dividimos com o vizinho concelho de Montalegre. Está lançado o repto. Haja quem nele pegue com vontade e determinação!


 


 


Noticia retirada d' O Jornal de Vieira, edição nº 823 de 15 de Janeiro.

Para os lados do Tôco

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Fotos de um fim-de-ano

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Fotos de um fim de ano passado em Ruivães, por Amadeu da Costa, residente em França.


 


 

O regresso a casa




























Fotografias tiradas no "Traves" esta manhã, no regresso a casa. Para ver todas as outras, carregar aqui, ou procurar na barra lateral onde a partir de hoje colocamos todos os álbuns fotográficos, para que sejam de mais fácil procura.

A propósito do regresso a casa, Cousin , desculpa mas a visita terá que ficar para outra vez. Abraço.



Paulo Miranda