Boas Férias!!!

Boas!

No decorrer deste mês apresentámos diariamente duas séries de fotografias, uma às oito horas da manhã e outra às oito da noite, nas quais foram passadas fotografias do Pardinho 2011 (aqui) e fotografias de uma caminhada realizada no Verão do ano passado, entre Quintã, Vale, o castelo, a barragem e Frades (aqui). Isto era o que tínhamos planeado.
No entanto muita coisa aconteceu e aqui fomos dando conta. As festas de Zebral (aqui), Espindo (aqui), Vale (aqui) e Frades (aqui e aqui); o hastear da bandeira no dia 11 de Julho para as festas de Ruivães (aqui); a observação de hortas ainda existentes na freguesia (aqui); uma visita às abelhas para ver como estava a produção do mel com o Martinho (aqui); os trabalhos de recolha do feno (aqui); as visitas ao Traves, com ou sem mergulho (aqui, aqui e aqui); uma caminhada da "Portela de Paredes" até Zebral (aqui), etc., etc. …
Tudo isto fez com que o mês de Julho tenha sido o mês de maior actividade neste sítio com um total de 143 (cento e quarenta e três) artigos publicados. Para tal contribuíram alguns ruivanenses que enviaram material para partilhar e aos quais se faz referência na nova lista existente na barra lateral com o titulo "contributos", lista essa que ainda não está completa e que está sempre aberta a ter mais nomes.
Muito mais há para ver e para mostrar aqui. Por agora uma pausa nas publicações diárias, ficando só as séries de fotografias das Festas do ano 2002 (aqui) e uma série de fotografias recolhidas nesse ano que começamos a apresentar (aqui) há uns dias. O regresso está previsto para as Festas de Ruivães e para o Pardinho a realizar no sábado dia 18 (aqui).
Melhor do que ver as coisas através deste sítio, só mesmo aproveitar as férias (para quem as tem neste Agosto) para aparecer pela freguesia de Ruivães.
Boas férias!!!


Pardinho 2012: Aviso



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s/t




Pardinho 2011


Da Portela de Paredes a Zebral










(carregar nas fotografias para melhor visualização)



Tínhamos programado uma caminhada para este domingo com o pessoal mas ficaram todos mancos de um momento para o outro, somado com os compromissos próprios do Verão, festas e casamentos. No entanto, eu e o Zé fomos falando desta possibilidade que apenas se tornou definitiva com uma pergunta simples numa sms perto da meia noite, «às oito e meia na Portela de Paredes?», a que correspondeu outra com um «ok» do lado de lá. 
Já ambos tínhamos utilizado este percurso para as nossas caminhadas matinais, mas nunca nos acompanhamos pela levada fora até Zebral. Fizémo-lo desta vez, aproveitando como sempre para pôr a conversa em dia e ir vendo as belezas da nossa freguesia. 
Na Botica ainda era cedo, mas já se regavam os morangos e vimos as obras de requalificação do Largo do Cruzeiro. Em Zebral, pára aqui pára acolá, para cumprimentar amigos, ver a fruta a crescer nas árvores, as hortas, o milho nos campos, e tanto que o lugar tem para mostrar! Descemos pela Canela até à Abeleira, passamos o rio no "Poço das Mulheres" e regressamos pela Picota até Ruivães onde chegamos perto do meio-dia. 
A repetir qualquer dia, com certeza com a presença de mais uns quantos ... 
Paulo Miranda

Festas de Ruivães 2002




s/t




Pardinho 2011


Milho em Zebral




Horta em Zebral




Horta em Zebral




Milho e Horta em Zebral




Horta em Zebral




Milho em Zebral




Horta em Zebral




Horta em Zebral




Horta na Botica





Horta na Botica




Largo do Cruzeiro da Botica: Obras de requalificação









Algumas fotografias tiradas há dois dias atrás das obras de requalificação do Largo do Cruzeiro da Botica, que a Junta de Freguesia está a efectuar. (22 Jul 2012)

Casa do Barqueiro: Espigueiro





Pardinho 2011


Paula Alves com publicação no Brasil



Paula Alves é natural de Lisboa, filha de mãe e pai Ruivanenses (Vale e Zebral respetivamente ).
Estudou Línguas e Literaturas Modernas e teve o privilégio de estagiar tradução no Parlamento Europeu, no Luxemburgo. Publicou alguns poemas em 3 Prémios Literários Valdeck Almeida de Jesus e na antologia Ecos Machadianos do movimento cultural Artpoesia tendo mais recentemente participado no Varal antológico II, sob organização de Jacqueline Eisenman, com um conto. Vê agora esta crónica epistular contemplada na antologia a lançar na Bienal de São Paulo dia 10 de Agosto.


"Prezado Amado,

(desculpe-me a redundância da repetição com que o visito em jeito de adjetivação de um vocativo chamativo, visado)
Não me lerá certamente e no entanto, todo um íntimo do seu pensamento ficou gravado para a eternidade nas formas de registo que a escrita e tradução lhe permitiram.

Prezado Amado, ainda não lhe conheço o âmago pois ainda não o consumi inteiro. Não confesso aqui uma mea culpa porque o prezado Amado tem chegado a mim gabrielo, tieto, cravo, açúcar, canela, sinhando, intermitente, malhado. A juventude permite-me poder sonhar e planear a sua plena leitura para o ir sorvendo, assim devagarinho.

Amado, permite-me o  seu nome prezado? A noção de finitude diz-me contudo que não há tempo para ler tudo aquilo que podemos acolher no nosso espírito. Como leria Amado, prezado Amado? A noção de leitura prende-se a uma rebeldia do espírito talvez. Como distinguir então o rebelde académico entre os rebeldes? Como conseguir filtrar os grãos de areia e escolher sua capitã leitura? Sabe? Consigo sentir saudades de um tempo que não vivi, esse tempo com que se premiou a sua existência... Suponho que à época, um íntimo retrato só se mostraria à fundação da família. Hoje sem barreiras, à frente de um computador, chega-me facilmente um bafo visual do que foram partes da sua vida, episódios de um mundo com outras gentes, outras destrezas, outras escritas, outras necessidades presentes. Outras críticas a um lamechas jovem considerado pouco profissional na escrita, concordaria com elas, Amado? Ou remeter-se-ia ao desprezo do cinismo?
O que levaria um amado (des) prezado a deixar de ser rebelde? Apenas um mundo que não fosse necessário consertar e, todavia, volte a este tempo agora! Acredite: vai querer escrever de novo, vai querer usar o poder da palavra, quebrando, requebrando, dançando, rebeldando. Hoje não vai ter que bater à porta de ninguém com a sua mão física, pode estar aqui sentado a abraçar o mundo todo, sorvendo o mundo todo, desnudando todo o mundo do mundo todo onde estamos todos.
Amado, vou declinar-me em frente ao ecrã para ver o filme que sua neta produziu, a Cecília (perdoe-me a familiaridade), lembra? Qual o filme? Os capitães! Isso mesmo, aceita pipoca?"

Mais informações:

Alminhas da "Casa David"






«A aldeia possui duas “Alminhas”. A primeira, no sentido ascendente, está encaixada num nicho rasgado na parede da “Casa David”, estrategicamente situada em local visível para quem passa. A segunda é um abrigo aprimorado, com painel figurado encimando o cofrezinho das doações, protegido pela grade e ferrolho. A que a foto documenta é-me tão familiar, pois está situada a escassos 10 metros da casa que me viu nascer!»

Guilherme Gonçalves

Pelourinho de Ruivães



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Uma fotografia tirada de uma outra exposta no restaurante Luimar na Portelada (S. João da Cova) e depois  um pouco trabalhada ...

Paulo Miranda

Tarde de sueca




Pôr-do-sol





Como o vimos no sábado.