Passagem 2014-2015


Neste final de ano, algumas estatísticas, como vem sendo hábito.

Este ano que agora termina foi o segundo em que ultrapassamos a milésima de artigos: 1327 que podem ser revistos neste vídeo que fizemos com quase todas as fotografias.

Quanto às visitas, descemos um pouco a média de visitantes diários tendo aumentando nas outras plataformas em que nos encontramos como a rede facebook, onde - à custa de algum pressing final, é certo - atingimos os 1015 amigos (mais 350 do que no ano passado) e, assistiram aos nossos vídeos no canal youtube por 10.926 (mais 3430 do que no ano passado).

Este ano que agora termina passamos também a barreira dos 6 e 7 mil artigos na totalidade, registadas aqui e aqui. Como sempre, esse número só é possível graças aos muitos contributos que nos fazem chegar material para publicação e a todos os nossos visitantes. Este espaço é de todos e para todos os ruivanenses.

Relativamente aos artigos mais vistos este ano, destacam-se: «Feira Mensal de 18 de Maio» (aqui) e dois que transitaram do ano passado. Um do final do ano e que ainda teve muitas visitas este ano e outro que já neste final de 2014 está a ter muitas visualizações. São eles: «Irmãos salvam idosa da morte» (aqui) e «Comissão de Festas de 2013 e Zé Amaro». (aqui

Este ano que agora termina completamos 10 anos sobre o inicio desta viagem "Vila de Ruivães". Tal facto foi assinalado (aqui) com a publicação de um vídeo constituído por perto de 7000 fotografias publicadas entre 2004 e 2013.

Essa celebração pressupõe a publicação de um livro com fotografias e momentos destes 10 anos de "Vila de Ruivães". Esse livro está em fase de conclusão e será lançado no início de 2015. A feitura desse livro foi muito gratificante mas muito trabalhosa pois são mais de seis mil artigos para resumir a um livro só.

Esses resumos, a continuarem, terão que ser por intervalos mais curtos, que permitam uma maior abrangência dos conteúdos publicados, especialmente os contributos que tivemos durante cada ano. 

Ainda a propósito da feitura do livro, acrescentamos algumas etiquetas para melhorar o acesso à informação. São os casos dos cruzeiro da Botica e Santo Amaro, as descidas de rio, (de Zebral à Ponte de Ruivães) (da Ponte Velha ao Saltadouro), “a árvore e o moinho”, entre outras.

Este ano 2014 iniciamos uma série de fotografias "instagram" obtidas através de aplicação para telemóvel e iniciada aqui (http://www.ruivaes.com/2014/02/carvalho-em-zebral-instagram.html). Ao inicio houve algumas criticas quanto à qualidade das fotografias - houve quem dissesse: "agora estragas as fotografias todas" - mas creio que aos poucos foi-se melhorando a técnica e obtiveram-se melhores registos, até porque se num primeiro momento foram utilizadas fotografias de anos anteriores (2012 e 2013) agora essas fotografias são tiradas no momento.

Eis alguns exemplos:

Apresentamos também uma série de fotografias a "preto e branco", que eram o que tínhamos previsto para este ano. Destacamos estas:


Entre estas duas séries de fotografias que percorreram o ano todo ou quase todo, apresentamos outras séries mais curtas, à uma hora da tarde.

O Pardinho e as Festas de Ruivães 2014 - que continuam a ter destaque no "Vila de Ruivaes", uma caminhada pela Serra da Cabreira realizada em 23 de Março e, uma série de fotografias dos lugares de Paradinha, Soutelos e Santa Leocádia, porque sendo os lugares mais pequenos eram dos que tinham poucas fotografias.

Dessa caminhada que se iniciou na cerca da Associação de Caça e Pesca de Ruivães para repovoamento das espécies cinegéticas e terminou na Casa da Floresta da Gândara, destacamos estas fotografias: 


Do Pardinho 2014:


Das Festas de Ruivães 2014:


Paradinha: 


Soutelos: 


Santa Leocádia:


Não foi série de fotografias mas teve muitas publicações este ano 2014, as fotografias referentes à toponímia de Ruivães (http://www.ruivaes.com/search/label/toponimia) que este ano foi colocada nas ruas da freguesia. É um trabalho que vai no início mas é nossa intenção fotografar todas as ruas, travessas, largos e avenidas da freguesia de Ruivães. Seria tão mais fácil se cada ruivanense enviasse uma fotografia da sua rua! Fica aqui o desafio para 2015 (https://www.youtube.com/watch?v=ikCrAe3h4Hw).


Também com recurso ao telemóvel, começamos a publicar fotografias animadas, porque há motivos que não podem ficar estáticos; seja o vento que se faz sentir (http://www.ruivaes.com/2014/01/agora-13-h-10-min.html) e (http://www.ruivaes.com/2014/10/arvore-na-serradela_17.html), uma água corrente - que nesta terra tem sempre significado (http://www.ruivaes.com/2014/08/s-bartolomeu-levada-em-ruivaes.html) e (http://www.ruivaes.com/2014/08/pardinho-aviso-de-adiamento.html), o passar da procissão (http://www.ruivaes.com/2014/08/festas-de-ruivaes-ainda-procissao.html) e a bandeira hasteada (http://www.ruivaes.com/2014/08/festas-de-ruivaes-bandeira.html) ou a previsão meteorológica como nos ensinaram os nossos avós (http://www.ruivaes.com/2014/02/olhar-as-nuvens-prever-o-tempo_9.html).


Já neste último trimestre publicamos alguns artigos sobre o património arqueológico e arquitectónico da freguesia. Trata-se de um trabalho cuja ideia ocorreu há seis ou sete anos e que consiste em registar com fotografias actuais e nossas dos pontos registados pelo núcleo de arqueologia da Universidade do Minho em 2007. Podem ser vistos aqui (http://www.ruivaes.com/search/label/patrimonio%20arqueologico%20e%20arquitectonico). Até ao momento só registamos a Aldeia Velha da Portela e S. Cristóvão, mas esse trabalho, na medida do possível, vai continuar durante o(s) próximo(s) ano(s).


Também neste espaço que tem sido publicado às 20:30 de quarta-feira, publicamos outros textos que achamos interessantes para documentar a freguesia: São eles:

a arte da pedra, livro de Orlando Ribeiro que tinha a Casa do Amadeuzinho referenciada
novos forais por contraponto com o de Ruivães que tem mais de seiscentos anos
a divisão das aguas, a importância da levada da água documentada pela Universidade do Porto.

Quanto às rubricas que nos acompanham quase desde o início.

A recolha de fotografias antigas – que é sempre um objectivo deste sítio – limitou-se a dois contributos: da Jessica Melo com uma fotografia do Pardinho dos anos 90 (http://www.ruivaes.com/2014/07/pardinho-por-jessica-melo.html) e, da Sónia Carvalho com algumas fotografias da Festa de Frades dos anos de 1983 (http://www.ruivaes.com/2014/01/festa-de-frades-1983.html) e 1990 (http://www.ruivaes.com/2014/01/festa-de-frades-1990.html).


Os contributos que recebemos são sempre bons porque mostram visões diversificadas da nossa freguesia. Este ano foram mais de 100 entradas como contributos.
Maria Leonilde Ferreira com uma série de fotografias do lugar de Zebral que transitou de 2013, fotografias da Páscoa em Zebral e, a primeira fotografia da toponimia
Fernando Araújo Silva com vários textos sobre Ruivães: “Subi a S. Cristóvão”, “Penedo do Sino” e, “A Bota Cortada”.
Sónia Carvalho com fotografias da IV Feira Tradicional, fotografias da toponímia em Frades, a barca de Frades, o S. João em Frades, a Ponte dos Lagos e, o espectáculo “Ponte do Diabo” na Misarela, para alem das fotografias antigas já referidas. 
Agostinho Veras, entre outras, com uma fotografia de um Carvalho em Zebral
Nuno Gonçalves, entre outras, com fotografias da Barragem a secar para o Verão e, o Rio Rabagão
Aníbal Pereira, entre outras, com fotografias da Ponte da Misarela, um choteiro, Casa, vista para a Quintã, o “Rio de Vale” e, Sobreiro em Vale
Susana Esteves, com fotografias das férias em Ruivães, aqui, aqui, aqui e, aqui
Bruno Carvalho, com diversas fotografias da Festa da Botica 2014, aqui, aqui, aqui e, aqui.

Fotografias avulsas:
é aqui que o Verão termina
Garranos
Nocturnos na zona da Misarela
Erosão
Páscoa no Centro Escolar Ribeira Cávado
Reuniões com a presença do Presidnete da Câmara no Arco e na Botica a 6 de Abril e 26 de Outubro
Ponte da Mua
Trabalhos de limpeza da Ponte Velha de Ruivães
Limpeza do Rêgo
Cerca 
Abelha
Lage dos Cantinhos
Alvoradas da Cabreira em Vieira do Minho por ocasião da Feira Semanal no centro da Vila em Agosto.
Zebral visto do estradão Florestal

Este ano acompanhamos ainda as grandes construções que estão a acontecer em Ruivães: Venda Nova III e Posto de Corte de Vieira do Minho. Este último iniciado este ano e em fase de conclusão.

Nas fotografias panorâmicas, guardamos estas:

São estes os artigos que destacamos de entre os tais 1327 publicados este ano 2014.


Desejamos umas boas entradas no novo ano 2015 e que o mesmo cheia repleto de coisas boas. 

saudações ruivanenses



Artigo alterado com a inclusão do resumo do ano em 6 de Janeiro de 2015.

O ano 2014 em revista


S. Cristóvão





Final de tarde de Inverno





Estradão florestal perto de Zebral. 

Casa na Vila | Instagram




Boas Festas - Manuel Joaquim de Barros

Feliz Natal!

A todos os ruivanenses e aqueles que gostam de Ruivães,  os nossos votos de um Santo e Feliz Natal.

Capela da Botica




S. Cristóvão | Vista para o Talefe - neve




Quintã - neve




Carvalho em Zebral - neve




Árvore - neve




Caminho para a Ponte Velha - neve




Uma fotografia Natal




Talefe - Natal




Fotografia tirada em Janeiro deste ano.

Alto de S. Cristóvão














Designação: Alto de S. Cristóvão
Tipo de Sítio: Povoado Aberto
Período cultural: Romano – Suevo - Visigótico
Estilo artístico: Não se aplica
Classificação: Não

Povoado implantado a cerca de 650 metros de altitude, na bordadura Nordeste do planalto do Barroso, na margem esquerda dos rios Rabagão e Cávado e sobranceiro à sua confluência. Dispersos pela plataforma superior e vertente Nordeste do Outeiro do Curral, que se estende armada em socalcos pelo alvéolo em direcção à elevação de S. Cristovam, encontram-se abundantes fragmentos de cerâmica de construção tipo imbrex e tegulae, bem como grandes quantidades de blocos graníticos afeiçoados, de tamanho médio, reaproveitados nos muros de divisão das parcelas. No solo das diferentes plataformas identificam-se alguns alinhamentos incipientes de pedras, reveladores da existência de estruturas enterradas, e recolhem-se fragmentos de cerâmica doméstica (p. ex. de dolium). Dominando a encosta que faz a passagem do vale do Rio Cávado ao vale do Rio Rabagão, o povoado de S. Cristovam revela uma estratégia de implantação claramente relacionada com a passagem da via romanaXVII, que ligava Bracara Augusta a Aquae Flaviae.


Património Arqueológico e Arquitectónico de Vieira do Minho, Luís Fontes e Ana Roriz - Município de Vieira do Minho - 2007