Portela do Homem - Carris - Pitões das Júnias





Da esquerda para a direita: José Fernandes, Roberto Lopes, Filipe Sousa, Lano, Paulo Miranda, Rui Ferreira, Samuel Costa, Victor Alves.





Da esquerda para a direita: Paulo Miranda, Bruno Antunes, Lano, Amadeu Pinto, Carlos Duarte, Roberto Lopes, Rui Ferreira, Bruno Reis, Filipe Sousa, José Fernandes, Samuel Costa, Victor Alves.



Uma travessia mítica do Gerês foi aquilo que estes doze amigos (8+4) fizeram hoje, partindo às 7h15min da Portela do Homem em direcção a Pitões das Júnias onde os do passeio chegaram às 15horas.

Festas de Ruivães (ainda) - XVIII



Stª Bárbara

XIX Grande Prémio de Atletismo de Ruivães


Via Atletismo Ruivães (no Facebook) (no Youtube)

Festas de Ruivães (ainda) - XVII



S. Sebastião

I Congresso Internacional do GARRANO

Candidatura a Património Nacional






sítio oficial aqui: http://garrano.ipvc.pt/



Programa (pdf)

Sexta-feira, 23 Setembro 2011
Centro de Formação e Exposições de Arcos de Valdevez (ver localização)


8h30-9h30 – Recepção dos participantes e entrega de documentação
09h30 – 10h30 - Abertura oficial
10h30 – Conferência Inaugural - Dr. João Costa Ferreira

11h15 - Coffee-break

11h30 - PAINEL 1: O Garrano nos nossos dias
Moderador: Prof. Doutor Nuno Vieira Brito. Oradores: Dr. José Leite; Doutor Nuno Carolino
Debate

13h00 – ALMOÇO LIVRE

14h30-17h30 – SESSÃO 1: Recursos Biológicos e Ambiente
14h30 - PAINEL 2: Recursos Biológicos
Moderador: Prof. Doutora Maria do Mar Oom. Oradores: Doutor Félix Goyache; Doutora Cristina Luís
Debate

16h00 - Coffee-break

16h30 - PAINEL 3: O Garrano e o Ambiente
Moderador: Representante ICNB. Oradores: Doutor Felipe Bárcena; Doutor Alberto Contri
Debate

17h.30 – Apresentação de Posters




Sábado, 24 Setembro 2011
Centro de Formação e Exposições de Arcos de Valdevez


9h30 – 12h45 – SESSÃO 2: Utilidades, Funcionalidades e Valorização do Garrano

9h30 - PAINEL 4: Utilidades e Funcionalidades do Garrano
Moderador: Dr.ª. Maria Portas. Oradores: Doutor Xácobo Perez ; Dr. Carlos Pereira
Debate

11h00 - 11h15 Coffee-break

11h15 - PAINEL 5: Valorização do Garrano
Moderador: Prof. Doutor Rui Baleiras. Oradores: Miguel Faria; Carlos Orlando; Dr. Costa Ferreira
Debate

12h.45 – Apresentação de Posters
13h00 – ALMOÇO LIVRE


Centro de Formação e Exposições de Arcos de Valdevez
Actividades Equestres: Desportivas e de Demonstração

16h00 - Apresentação da Raça
17h0o - Demonstração prática de andaduras
17h30 - Corrida de Passo Travado
18h00 - Demonstração e apresentação da Raça Galega



Domingo, 25 Setembro 2011

Centro de Formação e Exposições de Arcos de Valdevez

Actividades Equestres: Desportivas e de Demonstração
15h00 - Representações Medievais, Feiras de Caça e Espectáculos de Falcoaria
· Cortejo Medieval
· Voos livres de Águias e Falcões
· Voos à luva de Águias com a participação do público
· Realização de cavalaria civil e militar
· Luta de espadas
· Batalha medieval
· Luta de chicote de armas ou lanças
· Música medieval

SESSÃO DE ENCERRAMENTO
CASA DAS ARTES (ver localização)

CASA DAS ARTES - AUDITÓRIO
17h00 - 18h00: Apresentação do Livro: “4 Batidas”
Conferência com Dr.ª Maria Portas;

18h00- Cerimónia de Apresentação da Candidatura de “Garrano a Património Nacional” – Auditório Casa das Artes

Encerramento Oficial do I Congresso Internacional do Garrano

19h00- Verde de Honra – Casa das Artes



Oradores


Oradores
Nuno de Vieira e Brito
( Coordenador da Candidatura Cavalo Garrano a Património Nacional)

Alberto Contri

Carlos Orlando

Carlos Pereira

João Costa Ferreira

Cristina Luís

Felix Goyache

Filipe Barcena

José Vieira Leite

Maria do Mar Oom

Maria Portas

Miguel Faria

Rui Baleiras

Xacobo Perez




Organização

Organização
Comissão Organizadora

Prof. Doutor Nuno Vieira e Brito
( Coordenador da Candidatura Cavalo Garrano a Património Nacional)

Dr. Pedro Teixeira

Dr. José Vieira Leite

Engº Jorge Miranda

António João Reis

Engª Conceição Silva

Dra. Maria João Lousa

Engª Gabriela Candeias

Contactos Comissão Organizadora:
Dra. Maria João Lousa: gci.mariajoao@ipvc.pt
Engª Gabriela Candeias: garrano@ipvc.pt
Telefone: 258 809 610 (Gabinete de Comunicação e Imagem / IPVC)

«O incêndio maior do ano»






«Incêndio de Frades/Salamonde - O maior do ano, até ao momento, na AAP de Vieira do Minho. Ardeu uma área de 568,68 Hectares (quase 57 Kms quadrados), uma área muito superior a muitas freguesias de Portugal.»

via Bombeiros de Vieira do Minho, no Facebook (http://www.facebook.com)

Festas de Ruivães (ainda) - XVI



S. Bartolomeu

«Novas barragens = crimes»

«
O JN trazia esta semana dois artigos que se interligam profundamente. Num, o Norte como região turística preferida dos portugueses, sobretudo pela natureza e paisagem. No outro, o retrato da futura barragem do Tua. Questão: é possível destruir um rio como o Tua e manter-se a ficção de que o turismo é o maior activo do país?

As barragens foram propagandeadas por Salazar como o milagre da energia barata e são hoje responsáveis por uma parte da produção de electricidade nacional, além de terem melhorado o controlo do caudal dos rios. Foi assim por todo o Mundo. Mas já se evoluiu muito desde então e hoje percebe-se melhor que elas têm um custo implícito, porque os ecossistemas vão sendo profundamente alterados e a nossa saúde paga todos os dias a factura...

Infelizmente, para a maioria das pessoas, isto é conversa. O que importa é se a conta da luz é mais barata. Começo então por aqui: o plano de barragens posto em marcha pelo Governo Sócrates inclui uma engenharia financeira tipo "scut" cujo custo só vamos sentir daqui a uns anos de forma brutal - e aí já será tarde. Uma plataforma de organizações ambientais entregou esta semana à troika um documento que explica onde nos leva o plano da outra "troika" (Sócrates-Manuel Pinho-António Mexia). As 12 obras previstas que incluem novas barragens e reforço de outras já existentes produzem apenas o equivalente a três por cento de energia eléctrica do país, mas vão custar ao Orçamento do Estado e aos consumidores 16 mil milhões de euros... O documento avisa que a conta da electricidade vai, a prazo, incluir um agravamento de 10% para suportar mais este negócio falsamente "verde". A EDP, a Iberdrola, etc., receberão um subsídio equivalente a 30% da capacidade de produção, haja ou não água para produzir. Mesmo paradas, recebem. A troika importa-se com isto?

Os especialistas das organizações ambientais dizem, desde o princípio, que as novas barragens poderiam ser evitadas se houvesse aumento de capacidade das barragens existentes. Era mais barato e a natureza agradecia. Infelizmente a EDP apostou milhões para conseguir novas barragens, e isso incluiu antecipação de pagamentos de licenças que ajudaram o ex-ministro das Finanças Teixeira dos Santos a cobrir uma parte do défice de 2009, além da mais demagógica e milionária campanha publicitária da década, em que se fazia sonhar com barragens como se fossem os melhores locais do Mundo para celebrar a natureza...

Estes monstros de betão vão agora destruir dois rios da região do Douro, desnecessariamente. O Sabor, por exemplo, é uma jóia de natureza ainda selvagem. À medida que o turismo ambiental cresce globalmente, mais Portugal teria a ganhar com um Parque Natural do Douro Internacional ainda inóspito, genuíno. Já não será assim. A barragem em construção inclui uma albufeira de 40 quilómetros onde se manipula o rio de trás para a frente, com desníveis súbitos, acabando com a vida fluvial endógena e o habitat das espécies em redor.

Não menos grave é a destruição do rio Tua e da centenária linha do comboio. Uma vez mais o argumento é "progresso" - os autarcas e as populações acreditam que os trabalhadores da construção civil, que por ali vão andar por uns anos a comer e a dormir nas pensões locais, garantem a reanimação da economia... Infelizmente, não vêem o fim definitivo daquela paisagem e da mais bela história ferroviária de Portugal. Uma linha erigida a sangue, suor e lágrimas. Única. E que deveria ali ficar, mesmo que não fosse usada ou rentável, até ao dia em fosse entendida como um extraordinário monumento da engenharia humana e massivamente visitada enquanto tal.

Ao deixarmos cometer mais estes crimes, em troca de um mau negócio energético, não percebemos mesmo qual o nosso papel no Mundo. Esquecemos que a Natureza nos cobra uma factura muito pesada quando destruímos a fauna e a flora. Estamos a comprometer a qualidade da água e das colheitas de que precisamos para viver, com consequências para a nossa saúde e a das gerações vindouras. Se ainda não sabemos isto, sabemos zero. E ainda por cima vamos pagar milhões. É triste.
»


Resolvi trazer para aqui este texto de Daniel Deusdado retirado do Jornal de Notícias de 8 de Setembro de 2011 porque, tirando os nomes dos rios que ele refere e colocando lá uns nomes que nos são familiares, Saltadouro, Rabagão, Ponte da Misarela, Ponte de Pedra, Talefe, Chã de Lousas, Cabeço da Vaca e, Botica, a história é praticamente a mesma.


Paulo Miranda

«Atletas de alta competição dão prestígio à única prova do concelho»






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Notícia retirada d' O Jornal de Vieira de 1 de Setembro de 2011.


«I Encontro da família Fraga»






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Notícia retirada d' O Jornal de Vieira de 1 de Setembro de 2011.


«Doutor na sua arte!»
















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Notícia retirada d' O Jornal de Vieira de 1 de Setembro de 2011.




«Incêndios ameaçam pessoas e bens»

Ruivães e Salamonde viveram horas de inferno







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Notícia retirada d' O Jornal de Vieira de 1 de Agosto de 2011.


«Venda Nova III a produzir em 2015»






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Notícia retirada d' O Jornal de Vieira de 1 de Agosto de 2011.


«Paulo Rangel visitas obras de Venda Nova III»

Portugal tem possibilidades de ser competitivo no sector energético.







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Notícia retirada d' O Jornal de Vieira de 1 de Agosto de 2011.


«E o turismo?»




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Notícia retirada d' O Jornal de Vieira de 15 de Julho de 2011.


«Pelos caminhos da nossa terra»




Notícia retirada d' O Jornal de Vieira de 15 de Junho de 2011.

Festas de Ruivães (ainda) - XIII



Festas de Ruivães (ainda) - III


















Este ano o Andor de Stª Bárbara foi carregado por um grupo de trabalhadores do túnel em construção para as obras do empreendimento Venda Nova III.