Espindo, esta manhã ...




30 Out 2013

Noite de sueca




Esta noite (30 Out 2013)

Torneio de Truco em Frades 7 Dezembro




S. Martinho em Frades (9 Novembro)




Vila



(carregar na fotografia para melhor visualização)



Festas de Ruivães 2003




s/t




Festas de Ruivães (domingo de manhã): Banda Filarmónica de Baltar




Festas de Ruivães (domingo de manhã): Alvoradas da Cabreira




Festas de Ruivães 2003




Espindo



Gado em Zebral








Botica em dia de chuva




Notícia Correio do Minho


O jornal diário Correio do Minho da cidade de Braga transcreve nesta ligação a notícia sobre o III Almoço ruivanense em Lisboa que decorreu no passado domingo, dia 20 de Outubro. 

Festas de Ruivães (domingo de manhã): Banda Filarmónica de Baltar



Festas de Ruivães (domingo de manhã): Alvoradas da Cabreira




Frades, por Sónia Carvalho




Fotografias gentilmente enviadas pela Sónia Carvalho.


Espindo




20/10/2013: III Convívio de Ruivanenses residentes em Lisboa e Arredores


Realizou-se no passado dia 20 de outubro o III Convívio de Ruivanenses residentes em Lisboa e arredores (Palmela, Almada, Sintra, Cartaxo e de outros concelhos vizinhos).
Tal como previsto no programa, cerca de 4 dezenas de conterrâneos, quisemos às 10:00 da manhã marcar presença na visita ao circuito museológico acompanhados por um guia do museu, que nos sensibilizou para o universo da História do Fado. Esta arte que nasceu nos contextos populares da Lisboa oitocentista, encontrava-se presente nos momentos de convívio e lazer. Manifestando-se de forma espontânea, a sua execução decorria dentro ou fora de portas, nas hortas, nas esperas de touros, nos retiros, nas ruas e vielas, nas tabernas, cafés de camareiras e casas de meia-porta. Evocando temas de emergência urbana, cantando a narrativa do quotidiano, o fado encontra-se, numa primeira fase, vincadamente associado a contextos sociais pautados pela marginalidade e transgressão, em ambientes frequentados por prostitutas, faias, marujos, boleeiros e marialvas. Muitas vezes surpreendidos na prisão, os seus actores, os cantadores, são descritos na figura do faia, tipo fadista, rufião de voz áspera e roufenha, ostentando tatuagens, hábil no manejo da navalha de ponta e mola, recorrendo à gíria e ao calão. Esta associação do fado às esferas mais marginais da sociedade ditar-lhe-ia uma vincada rejeição pela parte da intelectualidade portuguesa.




Para o almoço convívio marcado para as 13:00h, o número de presenças ultrapassou as melhores expectativas, tendo criado algumas dificuldades de logística no início, felizmente solucionadas rapidamente.
Foi extremamente gratificante ver a alegria bem patente nos rostos dos cerca de 105 conterrâneos que não se viam, alguns, há mais de 50 anos!
Do repasto, nada a apontar. A empresa Tambor de Lata que explora a Esplanada do Clube Ferroviário de Portugal brindou-nos com um sem número de iguarias que a todos os presentes deliciou!
Por fim, a mola real da animação: esteve a cargo de Joaquim Barros, cujas actuações culturais, humorísticas e de magia foram do agrado geral, abrilhantando o indispensável e sempre animado convívio!
Porque muitos dos presentes questionaram para quando o próximo evento, ficou desde logo apalavrado, que a realização do IV Convívio de Ruivanenses se realizaria uma vez por ano, desta feita no próximo dia 8 de junho de 2014!
Saudações Ruivanenses,
Guilherme Gonçalves (Casa do Brás – Espindo)



Festas de Ruivães (domingo de manhã): Banda Filarmónica de Baltar



Festas de Ruivães (domingo de manhã): Alvoradas da Cabreira