sábado, 13 de agosto de 2005

Ponte Nova: Frades - Cabril

 


 


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Já está em fase de conclusão a nova Ponte de Frades para Cabril. Faltam ultimar os acessos, para a inauguração esperada antes de Outubro.




Esta ponte ansiada pelas populações das duas margens, há mais de 50 anos, vai ser um pólo dinamizador do turismo por estes lados.


 

terça-feira, 9 de agosto de 2005

Central de Frades

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«Encontra-se em fase de conclusão a obra do Túnel de Frades, ou melhor, o aproveitamento hidroeléctrico de Venda Nova II, altura ideal para uma visita guiada por quem lá trabalha.

Não foi uma visita vulgar, pois o senhor é entendido e soube explicar muito bem o funcionamento daquela que é uma das maiores obras publicas efectuadas em território nacional.

Na impossibilidade de relatar aqui toda essa visita, ficam apenas algumas fotografias lá tiradas.»



Para ver o resto da notícia, aqui.

sexta-feira, 5 de agosto de 2005

Tradições


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Temos estado ocupados, mas não podíamos deixar de mostrar nesta página o cumprimento de uma tradição, que foi a passagem da Banda de Vilarchão pela Vila de Ruivães, no passado dia 11 de Julho.
Quanto à tradição em si, podem saber mais sobre ela nesta mesma página, há um ano atrás, essa sim, em devido tempo.

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quinta-feira, 4 de agosto de 2005

Reviver o passado em Ruivães

Reviver o passado em Ruivães




 


Cont. da penúlt. edição




 


 




 


Para mim, porém vejo essa agressividade da Natureza com um tom de beleza carregada de mistério sim, mas bela na mesma pela imponência daquela cordilheira que cresci a admirar, e que da janela de minha casa espreitava quando ainda nem ao parapeito chegava. No Inverno então, quando a neve cobria a serra, pensava para mim que o Paraíso era ali!




 


Voltando ao meu observatório, à minha esquerda não me nos imponente, a serra da Cabreira verdejante como sempre, com o “Tôco” lá no alto, pertinho do Céu, qual cortina coloca da pelo Criador para protecção de Ruivães que se aconchega no seu sopé.




 


Completando o cenário, destaca-se ao fundo o lugar de Vale, já que Ruivães não se avista, e o Cemitério onde descansam os meus antepassados. Essa é a visão que mais me choca, mas evito pensar nisso, antes me embrenho nos outros trechos da paisagem.




 


Estendo-me sobre o rochedo, banhado pelo sol, fecho os olhos e aspiro o meu cachimbo deixando o pensamento retroceder no tempo, cinquenta anos atrás, até à minha infância vivida nesta aldeia.




 


Nessa altura, calcorreava os caminhos entre campos que me conduziam até aqui, em busca de ninhos, aos “choteiros” no tempo deles, ou simplesmente numa peregrinação em busca do desconhecido, pois acabada a escola, nada fazia e tinha de matar o tempo de qualquer forma.




 


Lembro-me destes campos tão férteis, onde se cultivava o milho, feijão, batata, etc. Hoje são matagais intransponíveis, imperam os fentos e as silvas.




 


Lembro-me da chiadeira dos carros de bois e dos gritos de incitamento aos pobres animais, que arrastavam pesadas cargas por estes caminhos de piso tão irregular, castigados ainda por cima por desumanas vergastadas e aguilhoadas. Mas tinha de ser, era a lei dos homens. Hoje nada define esses caminhos, intransitáveis, carros de bois já não há e até gado é uma raridade.




 


Tudo está diferente, agora é o silêncio que impera na vida campesina. Já não há desfolhadas nem vindimas com cânticos que enchiam estes ares de alegria, se vê vivalma, parece que os pássaros abalaram e não mais voltaram.




 


Lá no fundo, passa a estrada e é o ruído dos carros o único som que escuto nesta queda melancolia. Passam numa correria descrevendo as curvas como ranger dos pneus, e isso me faz voltar à realidade e concluir que este nada tem do Ruivães do meu tempo.




 


Tudo está diferente, mais civilizado, o progresso tomou conta da aldeia, mas nada disso me cativa. O que amo nesta aldeia, são os campos mesmo sem cultivo, a serra da Cabreira ainda que desfigurada por inestéticas hélices lá no alto, o rio, a pureza do ar que ainda por aqui se respira, mas o que mais amo ainda, é recordar a minha infância aqui vivida, e só por isso esta será sempre a ditosa terra minha amada.




 


Um dia parti, sem saber quando voltava, ou se voltava mesmo, pela graça de Deus voltei e voltarei enquanto o Criador o entenda, e com Ele fiz um pacto, de um dia voltar para não mais partir!




 


 




 


Manuel Joaquim F. Barros

segunda-feira, 1 de agosto de 2005

ADSL

Temos o prazer de informar todos os Ruivanenses que após o próximo dia 18, já será possivel aceder à Internet na nossa Vila, através da linha ADSL.




Não sabemos se teve alguma coisa a ver com a nossa petição, mas mesmo assim, podemos dizer que valeu a pena.


 


A todos os que se interessaram por esta causa, o nosso Obrigado


 


 

domingo, 10 de julho de 2005

Rio de Ruivães - "Traves"

 


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Triste cenário este que encontramos desde há vários dias no rio de Ruivães, mais propriamente, onde as mulheres iam antigamente lavar a roupa. Ao que tudo indica estão a preparar a construção de uma presa, falta saber com que utilidade.

Esqueceram-se é que o rio assim vai negro com a terra e logo na altura de banhos.

Até esta hora ainda não conseguimos saber quem foi o "iluminado" empreendedor, mas depois daremos conta.