segunda-feira, 11 de junho de 2012

II Feira Tradicional


 

 

 

 

 

 

 

 

 






























































































Emoldurada pela Serra da Cabreira, num ambiente carregado do verde da vegetação e aos pés da sua Igreja Paroquial, assim se localiza a Vila de Ruivães.
Foi neste cenário bucólico, porém imponente, que decorreu, no passado dia 10 de Junho, no antigo Largo da Feira, a II Feira Tradicional de Ruivães.
Numa iniciativa conjunta da Aspocage e da Junta de Freguesia, várias dezenas de expositores locais e das redondezas, expuseram os seus produtos agrícolas, pecuários, artesanais, decorativos e alimentares. A oferta foi muita e diversificada, podendo os visitantes adquirir os mais variados produtos típicos da freguesia.
O evento contou com animação ao longo de todo o dia, da qual se destaca o já habitual desfile de bombos pelos “Alvoradas da Cabreira”, que abrilhantam todas as festividades que decorrem na Vila de Ruivães.
Além destes, destacam-se as concertinas de “Rosa e Rui”, as meninas dos acordéons, o rancho folclórico “Os Ceifeiros de Cantelães” e o grupo de concertinas “Escola de Música de Nugel Music”.
Mas o ponto alto da animação foram os cantares tradicionais de Ruivães que deram um excelente espectáculo popular, prova de que as gentes de Ruivães fazem bem.
E como não só de festa vive o povo, era preciso alimentar o estômago. E para isso, a Comissão de Festas de Ruivães 2012 organizou um excelente Almoço Regional, que poderia ser consumido no local ou levado para casa. Da ementa faziam parte as tradicionais Couves com Feijões, cozidas em pote de ferro. De parabéns estão as cozinheiras que receberam elogios de todos os que se deliciaram com o repasto.
Se mais razões não houvesse, esta foi uma oportunidade única para visitar Ruivães. É de iniciativas destas que a freguesia precisa, bem como da união dos todos em torno das tradições que nos fazem orgulhar de ser Ruivanenses.
Como sempre, Ruivães esteve bem e mostrou que em Ruivães tudo se faz bem!

da Ponte Velha ao Saltadouro, por Paulo Miranda


da Ponte Velha ao Saltadouro, por Paulo Miranda


sábado, 9 de junho de 2012

Portugal - Alemanha

 


 


 


 


 




Infelizmente o resultado não foi o melhor, mas foi assim que alguns ruivanenses viram o jogo de futebol entre as selecções da Alemanha e Portugal, que acabou há minutos.


da Ponte Velha ao Saltadouro, por Paulo Miranda


Pão e presunto



Lanche de hoje à tarde ...

Gentes




Sr. Amilcar e Sr. Mário

II Feira Tradicional (preparativos)

 


 


 


 



Estado do tempo


Tardes de sueca

 


 


 


 


 


Esta tarde.

RUIVÃES



Parte da fonte existente na Praça Guilherme de Abreu em Vieira do Minho.

da Ponte Velha ao Saltadouro, por Paulo Miranda


quinta-feira, 7 de junho de 2012

da Ponte Velha ao Saltadouro, por Paulo Miranda


«Aspocage aposta na qualidade de vida da região»



O Jornal de Vieira (JV) - A Aspocage é uma associação de solidariedade. Quais são os seus grandes objectivos?
Manuel Azeitono (M.A.) - A ASPOCAGE (Associação de Solidariedade Social de entre a Cabreira e Gerês) é uma associação sem fins lucrativos, sediada em Ruivães, que tem por objetivo desenvolver atividades de índole social, cultural e desportiva, contribuindo desta forma para a dinamização e melhoria da qualidade de vida da população.
JV – Abrangendo a população de entre Cabreira e Gerês, quais são as freguesias abrangidas pela vossa acção? Quantos são os sócios?
M.A. - A ASPOCAGE foi criada em 2004, está sediada em Ruivães, apesar de não possuir espaço físico próprio. Tem cerca de 160 sócios inscritos, sendo estes maioritariamente da freguesia de Ruivães, mas também das freguesias de Campos, Salamonde e Louredo.
JV – Entre as várias acções promovidas pela Aspocage quais gostaria de destacar?
M.A. - Durante o ano 2012 a ASPOCAGE irá realizar, de entre outras atividades: II Feira Tradicional de Ruivães, que ocorrerá no dia 10 de Junho de 2012, no largo de Ruivães; XX Grande Prémio de Atletismo de Ruivães a realizar no dia 18 de Agosto de 2012; e a Festa de Natal de Crianças e Idosos a realizar no dia 16 de Dezembro.
JV - Têm organizado provas desportivas e certames de divulgação dos produtos tradicionais. Vão este ano organizar a II Feira Tradicional. Que há de novo relativamente ao ano passado, sendo certo que a I Feira foi um sucesso?
M.A. – Na realização da Feira deste ano pretende-se aperfeiçoar aquilo que esteve menos bem no ano passado, por forma a haver uma melhoria continua. Iremos também contar com mais animação ao longo do dia e com a presença dum maior número de participantes. Foram ainda convidadas todas as IPSS do concelho e algumas dos arredores para divulgarem a sua instituição e os materiais produzidos pelos seus utentes e/ou colaboradores.
JV – As populações têm estado receptivas? Há uma promoção efectiva da vossa terra? Que intercâmbio tem havido com as outras associações ou organizações da região?
M.A. - A ASPOCAGE encontra-se sempre disponível para colaborar com outras instituições ou organizações em prol da melhoria das condições e qualidade de vida das populações. Por outro lado, na realização das diversas atividades, temos sempre trabalhado em colaboração com as instituições locais, promovendo o trabalho em parceria. Também procuramos envolver sempre a população, recebendo da parte desta um feedback muito positivo nas ações desencadeadas, apesar de nunca se agradar a todos. Relativamente á promoção da nossa terra penso que a associação tem contribuído para a dinamização e divulgação da mesma, pois, no XIX Grande Prémio de Atletismo, tivemos cerca de 160 atletas inscritos e, na I Feira Tradicional, fomos visitados por um nº elevado de pessoas.
JV - O que projectam para o futuro?
M.A. – Prevê-se a construção de um multiusos em Ruivães, onde, através de um contrato de comodato com a Junta de Freguesia, ficarão as instalações da sede da ASPOCAGE. Por outro lado, esta infraestrutura também vai permitir à Associação ter condições para realizar outras atividades desportivas quer para os jovens, quer atividades para a promoção de um envelhecimento ativo, e atividades recreativas que fomentem o convívio da população.
JV – Têm recebido apoios? Sendo tempos de crise, de que vive a associação?
M.A. – Todas as atividades realizadas pela associação não têm qualquer fim lucrativo, por isso, a associação sobrevive, e as atividades só são possíveis de serem realizadas, graças ao apoio, colaboração e generosidade de pessoas individuais e coletivas
JV - Que gostariam de fazer para além de todas as limitações?
M.A. – Pessoalmente, tenho vindo a amadurecer a ideia de criar uma infraestrutura na qual os idosos possam ocupar o seu tempo de forma prazerosa e que, simultaneamente, seja um local que estimule a sua autonomia e as capacidades e competências que estas pessoas possuem. No entanto, é uma ideia a amadurecer, que se encaixa nos objetivos da associação, mas que ainda não passou de conversas informais com outros elementos da associação. Outra problemática, que preocupa a população abrangida pela associação, é o risco de perda das condições de oferta de cuidados de saúde que atualmente possuem, em resultado das mudanças nas políticas de saúde e na desertificação a que as nossas localidades estão sujeitas. Neste sentido, gostaria de afirmar que a ASPOCAGE contribuirá com tudo o que estiver ao seu alcance para procurar garantir a proximidade na oferta de cuidados de saúde.
JV – Quer mandar uma mensagem para as populações em que actuam?
M.A.– Aproveito apenas a oportunidade para convidar todas as pessoas a participar nas atividades desenvolvidas pela ASPOCAGE e, se possível, a fazerem-se sócios da associação ou a regularizar as suas cotas. Órgãos sociais da ASPOCAGE Para o triénio 2012/2014, a Assembleia Geral da Aspocage é presidida por Manuel Pereira. Ao mesmo órgão pertencem Fernando Carvalho Duarte, Lúcia Marisa Marques da Cruz e Manuel Alexandre Lajas. Manuel Azeitono do Barreiro preside à direcção, apoiado por José Pereira Fernandes, Elisabete Pereira Reis, Cláudia Manuela Pereira Barreiro, Clara da Ascensão Pereira Marques, Bruno Martinho Pereira Reis e António Lúcio Gomes de Sousa. Pertencem ao Conselho Fiscal Daniel Pereira Ribeiro, João Manuel Pires Pereira, Cláudia Raquel Marques da Cruz e Luís Manuel Miranda Alves. Fazem parte do Conselho Consultivo, Padre Martinho da Silva Araújo, João Manuel Carvalho Cerqueira, Cândido Pereira do Tanque, Eurico Frutuoso Cajus e José Joaquim Costa.
2012-05-31