terça-feira, 22 de outubro de 2013

20/10/2013: III Convívio de Ruivanenses residentes em Lisboa e Arredores


Realizou-se no passado dia 20 de outubro o III Convívio de Ruivanenses residentes em Lisboa e arredores (Palmela, Almada, Sintra, Cartaxo e de outros concelhos vizinhos).
Tal como previsto no programa, cerca de 4 dezenas de conterrâneos, quisemos às 10:00 da manhã marcar presença na visita ao circuito museológico acompanhados por um guia do museu, que nos sensibilizou para o universo da História do Fado. Esta arte que nasceu nos contextos populares da Lisboa oitocentista, encontrava-se presente nos momentos de convívio e lazer. Manifestando-se de forma espontânea, a sua execução decorria dentro ou fora de portas, nas hortas, nas esperas de touros, nos retiros, nas ruas e vielas, nas tabernas, cafés de camareiras e casas de meia-porta. Evocando temas de emergência urbana, cantando a narrativa do quotidiano, o fado encontra-se, numa primeira fase, vincadamente associado a contextos sociais pautados pela marginalidade e transgressão, em ambientes frequentados por prostitutas, faias, marujos, boleeiros e marialvas. Muitas vezes surpreendidos na prisão, os seus actores, os cantadores, são descritos na figura do faia, tipo fadista, rufião de voz áspera e roufenha, ostentando tatuagens, hábil no manejo da navalha de ponta e mola, recorrendo à gíria e ao calão. Esta associação do fado às esferas mais marginais da sociedade ditar-lhe-ia uma vincada rejeição pela parte da intelectualidade portuguesa.




Para o almoço convívio marcado para as 13:00h, o número de presenças ultrapassou as melhores expectativas, tendo criado algumas dificuldades de logística no início, felizmente solucionadas rapidamente.
Foi extremamente gratificante ver a alegria bem patente nos rostos dos cerca de 105 conterrâneos que não se viam, alguns, há mais de 50 anos!
Do repasto, nada a apontar. A empresa Tambor de Lata que explora a Esplanada do Clube Ferroviário de Portugal brindou-nos com um sem número de iguarias que a todos os presentes deliciou!
Por fim, a mola real da animação: esteve a cargo de Joaquim Barros, cujas actuações culturais, humorísticas e de magia foram do agrado geral, abrilhantando o indispensável e sempre animado convívio!
Porque muitos dos presentes questionaram para quando o próximo evento, ficou desde logo apalavrado, que a realização do IV Convívio de Ruivanenses se realizaria uma vez por ano, desta feita no próximo dia 8 de junho de 2014!
Saudações Ruivanenses,
Guilherme Gonçalves (Casa do Brás – Espindo)



Festas de Ruivães (domingo de manhã): Banda Filarmónica de Baltar



Festas de Ruivães (domingo de manhã): Alvoradas da Cabreira




domingo, 20 de outubro de 2013

III ENCONTRO DE RUIVENENSES RESIDENTES NA CAPITAL E ARREDORES

«
Foi um sucesso ! Um recorde, 100 pessoas presentes, e decorreu num ambiente como só nós ruivanenses sabemos criar. O tempo ajudou, como sempre apareceram caras novas que aderiram à causa e que já não víamos à dezenas de anos.
Ficou assente que o próximo acontecerá em Junho de 2014, no domingo dia 1, e não no terceiro domingo como inicialmente foi referenciado, por este coincidir afinal com o fim de semana dos habituais feriados desse mês.
Até lá, dai-nos as vossa sugestões para que este nosso convívio seja enriquecido e se venha a transformar "quiçá" numa festa nacional !
VIVA RUIVÃES»

Manuel Joaquim Barros 

Vila



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Zebral




Adolfo Augusto Fernandes, irmãs e outros no Pelourinho de Ruivães





«Olá Paulo, 
Como o prometido é devido; junto em anexo a foto do meu bisavô: Adolfo Augusto Fernandes, natural de Ruivães, e suas irmãs (é esta a informação que me foi dada) e desconhecidos (jovens) no pelourinho de Ruivães. Certamente haverá alguém que tenha informação adicional ao ver a foto. 
Espero ter contribuído para preservar o passado de “Ruibais”. 
Um abraço»
 
Agostinho Veras

Festas de Ruivães (domingo de manhã): Banda Filarmónica de Baltar



Festas de Ruivães (domingo de manhã): Alvoradas da Cabreira




sábado, 19 de outubro de 2013

Zebral




Tomada de Posse dos novos órgãos autárquicos








Decorreu hoje pelas 17 horas e 15 min a Tomada de Posse dos órgãos autárquicos da nova União das Freguesias de Ruivães e Campos. A cerimónia contou com a presença de todos os eleitos no acto eleitoral do passado dia 29 de Setembro, tendo ficado assim constituídos os órgãos:



JUNTA DE FREGUESIA
Jorge Azevedo
Manuel Azeitono
Clara Canela

ASSEMBLEIA DE FREGUESIA
Manuel Pereira
Manuel Sousa
Virgínia Magalhães
Manuel Lage
José Abreu
Luís Miguel Gonçalves
Domingos Truta
Paula Sousa Fernandes
José Fraga


De acordo com a lei, a estes órgãos autárquicos estarão confiados os destinos das duas freguesias que compõem a União das Freguesias de Ruivães e Campos. A todos, a melhor sorte no desempenho das funções nesta nova etapa das freguesias.

Andorinha, por Carlos Costa




Ponte da Misarela




Placa de direcção existente no muro da Capela de Frades - N. Srª do Amparo

Horta em Ruivães






Alvoradas da Cabreira 2003




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Festas de Ruivães (domingo de manhã): Banda Filarmónica de Baltar




Festas de Ruivães (domingo de manhã): Alvoradas da Cabreira




quarta-feira, 16 de outubro de 2013

O “Domingos de Santo Amaro”







Ruivães possui entre os seus naturais, alguns elementos que mereciam uma justa homenagem por quem de direito, pela devoção, amor e dedicação que nutrem pela sua terra, mas a apatia por parte dos senhores que mandam resulta numa injustiça que é de lamentar.

Estou em querer que se houvesse um ruivanense que por qualquer motivo fosse declarado herói nacional, ainda assim não recebia qualquer honra na sua terra, fruto dessa apatia que se tornou apanágio das entidades que têm estado à frente dos destinos da nossa vila. 
Pela parte que me toca, amante que sou de tudo que a Ruivães diz respeito, e aproveitando a oportunidade que me é concedida pelo Jornal de Vieira, tenho vindo a prestar aqui o testemunho de apreço por conterrâneos que se destacaram em várias áreas. 
Sei que palavras leva-as o vento, mas sendo a escrita uma arma, fico bem comigo mesmo, e muito me apraz o apoio dos conterrâneos que me têm acompanhado ao longo dos já muitos anos que tendo sempre Ruivães como tema, aqui escrevinho. 
Hoje, quero homenagear um homem que sempre que foi requisitado, de coração aberto se prontificou a marcar presença com os seus meninos nas festividades em honra dos nossos santos. 
Refiro-me ao “Domingos de Santo Amaro”, uma vida dedicada ao escutismo, que pelos dirigentes do Movimento Nacional de Escuteiros recebeu já as mais altas distinções, mas que na sua terra essa distinção passa ao lado como se nada nem ninguém fosse. 
Porém, é vê-lo garboso e compenetrado dentro do seu majestoso uniforme, desfilar à frente dos bem alinhados e disciplinados “escutas” abrindo a procissão. 
O seu apego a Ruivães, é desmedido, e a sua intervenção e dos seus pupilos nas festas da vila, merecem de todos o apreço, carinho e agradecimento que as mais altas esferas autárquicas da vila deviam, mas lhe não dispensam. 
Não posso fazer mais, mas comungando com toda a certeza o sentimento dos ruivanenses, quero deixar-te aqui bem expresso, um muito obrigado, Domingos!

Manuel Joaquim F. Barros
2013-10-15



Retirado do Jornal de Vieira de 15 de Outubro de 2013

Festas de Ruivães 2003




Zebral




Espigueiro em Zebral



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Fotografia gentilmente enviada por Maria Leonilde Ferreira.